top of page

— AVALIAÇÃO CENTRADA NO USUÁRIO

O espaço foi feito por um. A tela, por outro. A comunicação, por um terceiro. Cada parte pode estar certa, e a experiência ainda dar errado.

A pessoa não vive as partes separadas. Vive o percurso entre elas.

Cuidar da experiência também é cuidar das pessoas.

— A EXPERIÊNCIA NÃO COMEÇA NO ATENDIMENTO

Ela começa antes, e continua depois.

COMPREENSÃO

Entende o que precisa fazer, sem que ninguém explique?

USO

É fácil utilizar o espaço, o serviço ou a informação?

ORIENTAÇÃO

Consegue se localizar e seguir o caminho?

AUTONOMIA

Consegue fazer sozinho ou precisa perguntar?

CONFORTO

A experiência contribui para o bem-estar físico e emocional?

ACESSIBILIDADE

Pessoas com diferentes necessidades conseguem acessar, compreender e utilizar?

— O QUE INVESTIGO 

— PORQUE SAÚDE E BEM-ESTAR

Quem chega ansioso, com dor, com alguma limitação ou acompanhando alguém tem menos atenção e paciência disponíveis. Um ponto que funciona para quem está tranquilo pode falhar justamente com quem mais precisa dele.

​

A dificuldade deixa de ser uma inconveniência. Vira insegurança, esforço desnecessário e perda de autonomia.

— O OLHAR DE QUEM UTILIZA

Projetos nascem de várias perspectivas: técnica, operacional, financeira, estética. Existe uma pergunta que precisa acompanhar todas elas.

​

Como isso é vivido por quem utiliza?

​

Registro onde o percurso gera dúvida, esforço, erro ou desconforto. E registro também o que permite seguir sem ajuda.

— O QUE ENTREGO

Nem sempre o que foi planejado é o que acontece. Eu aproximo as duas coisas: o que foi projetado e o que é efetivamente vivido.
Leio o percurso inteiro, do primeiro contato à saída, no espaço e na tela, e mostro onde ele trava, com número e com cena.
Eu meço antes, o seu fornecedor corrige, eu meço depois. O relatório é o registro disso. O que importa é a diferença.

— ONDE SE APLICA

Clínicas, consultórios e diagnóstico. Espaços de bem-estar e cuidado terapêutico. Ambientes para envelhecimento e longevidade. Projetos de acessibilidade e inclusão.

Eu especifico o que precisa acontecer. Quem executa é o seu fornecedor, e eu confiro o resultado. Não desenho o projeto, não assino por ele e não emito laudo no lugar do responsável técnico. Eu não vendo a correção que vou avaliar.

— QUEM OLHA E PERCEBE

Laine Silveira

Arquiteta UX


Leio espaço e fluxo de tela com o mesmo olho.

Espaço e tela costumam ser avaliados por gente diferente. Eu olho para os dois a partir de quem utiliza. É nesse percurso que muitas vezes está o problema que ninguém percebe.

Vamos olhar um
percurso do seu serviço.

Uma conversa de trinta minutos para definir qual percurso avaliar, com o ponto de início e o ponto de fim.

Cel:  11  98203.3135
São Paulo, SP

Avaliação centrada no usuário.

© 2026 DAYA UX

bottom of page